Cadernos de Prospectiva Industrial de Defesa
Futuro da indústria
Tecnologia e inovação
Trabalho
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4
O que é
Os Cadernos de Prospectiva Industrial de Defesa são estudos que apresentam um olhar integrado sobre o futuro da mão de obra e das capacidades estratégicas da Base Industrial de Defesa (BID) brasileira. O produto antecipa transformações tecnológicas, organizacionais e profissionais que deverão influenciar o setor nos próximos anos, apoiando a preparação da indústria para um ambiente marcado pela aceleração tecnológica, pelas mudanças geopolíticas e pela reconfiguração das cadeias globais de suprimento.
A coleção é resultado de uma iniciativa da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), em parceria com o Observatório Nacional da Indústria da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Fundação Instituto de Administração (FIA/USP). Os estudos utilizam o Modelo de Prospectiva Industrial desenvolvido pelo Observatório Nacional da Indústria, combinando pesquisa em fontes especializadas e consultas estruturadas a representantes da indústria, do governo e da academia.
Objetivos
O objetivo dos Cadernos é oferecer informações antecipadas e recomendações que apoiem empresas, Forças Armadas, instituições de ensino e pesquisa, formuladores de políticas públicas e demais atores do setor no desenvolvimento das capacidades humanas, produtivas e tecnológicas necessárias ao futuro.
Os estudos permitem:
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Antecipar transformações tecnológicas, organizacionais e geopolíticas;
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Avaliar os impactos de tecnologias emergentes sobre processos, modelos de negócio, ocupações e competências;
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Compreender desafios, oportunidades, vulnerabilidades e interdependências dos segmentos analisados;
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Identificar ocupações emergentes, mudanças nos perfis profissionais e possíveis lacunas de mão de obra;
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Orientar a formação, a qualificação e a requalificação profissional, bem como a atualização de currículos, cursos e trilhas de aprendizagem;
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Subsidiar investimentos em laboratórios, ambientes de simulação, infraestrutura educacional e desenvolvimento tecnológico;
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Apoiar políticas e estratégias voltadas à inovação, à competitividade, à resiliência e à autonomia tecnológica;
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Estimular a articulação entre indústria, governo, Forças Armadas, instituições de ensino e instituições de ciência e tecnologia;
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Contribuir para a proteção de conhecimentos críticos, a redução de dependências externas e a integração de sistemas complexos.
Embora os oito segmentos estudados tenham características produtivas e tecnológicas distintas, todos convergem para uma indústria mais digital, conectada, inteligente e intensiva em conhecimento. Inteligência artificial, engenharia digital, gêmeos digitais, sistemas autônomos, arquiteturas abertas, manufatura aditiva, novos materiais, sensores inteligentes e cibersegurança passam a influenciar toda a Base Industrial de Defesa.
Nesse contexto, atividades isoladas e predominantemente operacionais dão lugar a funções que exigem integração de sistemas, análise de dados, modelagem, simulação e supervisão de processos complexos. Tornam-se essenciais conhecimentos em engenharia de sistemas, tecnologias digitais, cibersegurança, confiabilidade, gestão do ciclo de vida e governança, combinados com visão sistêmica, capacidade analítica, colaboração, adaptabilidade, responsabilidade e aprendizagem contínua.
Ao conectar tecnologia, pessoas, processos e dados, os Cadernos transformam conhecimento prospectivo em orientação para decisões sobre formação profissional, inovação, infraestrutura e política industrial. Com isso, contribuem para uma Base Industrial de Defesa mais integrada, competitiva e resiliente, capaz de ampliar a autonomia estratégica e fortalecer a soberania e a segurança do Brasil.
Acesse abaixo os Cadernos de Prospectiva Industrial de Defesa.
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