5ª Edição - 2015/2016

A 5ª edição do Prêmio CNI SESI SENAI Marcantonio Vilaça para as Artes Plásticas (2014-2016) recebeu aproximadamente 600 inscrições. Pela primeira vez, além de agraciar artistas, a premiação criou categoria para curadores.

Os cinco artistas vencedores foram: Os vencedores da segunda edição foram: Berna Reale (PA); Gê Orthof (DF); Grupo EmpreZa (GO); Virgínia de Medeiros (BA), e Nicolás Robbio (SP). Já os curadores agraciados foram Raphael Fonseca (RJ) e Divino Sobral (GO).

Saiba mais sobre eles:

 

Berna Reale (PA)

 
Artista visual de Belém (PA), Berna Reale é uma artista visual, realizadora de instalações e performances. Estudou arte na Universidade Federal do Pará, e participou de diversas exposições individuais e coletivas no Brasil e na Europa, como a 56ª Bienal de Veneza (Itália, 2015), a Bienal de Fotografia de Liège (Bélgica, 2006), e a Bienal de Cerveira (Portugal, 2005). Suas performances propõem reflexão sobre o momento sociopolítico contemporâneo com especial ênfase na temática da violência.

Gê Orthof (DF)

 
Nasceu em Petrópolis (RJ), mas aos seis meses de idade mudou para Brasília, onde vive até hoje. Gê trabalha com instalação, perfomance, desenho, vídeo e foto. Sua obra tem uma ligação com a narrativa de contadores de história. Ao utilizar miniaturas, Gê quer provocar a aproximação do público com as obras. Realizou exposições individuais em Bruxelas, Bélgica (2009); Barcelona, Espanha (2009); Madri, Espanha (2008) e Brasília-DF (2006).

Grupo EmpreZa (GO)

 
Fundado em 2001, inicialmente como grupo de estudo e pesquisa em performance arte, o Grupo Empreza tem um grande repertório de ações performáticas, happenings e produções audiovisuais e fotográficas. Baseado no Centro-Oeste do Brasil, o grupo tem integrantes espalhados, em sua maioria, pelo estado de Goiás e em Brasília. Seus trabalhos propõem o debate sobre as relações de codependência, em que corpos diferentes se transformam em unidades e exploram os limites da individualidade.

Virgínia de Medeiros (BA)

 
Virgínia de Medeiros, natural de Feira de Santana (BA), atua na área de arte e tecnologia com ênfase em videoinstalação e audiovisual, sempre buscando convergir linguagens das artes e das mídias afim de gerar novas possibilidades de expressão. Seu trabalho parte de estratégias documentais, para ir além do testemunho, questionando os limites entre realidade e ficção. O seu trabalho nasce do desejo de adentrar espaços sociais marginais. Atualmente, vive e trabalha em São Paulo.

Nicolás Robbio (SP)

Nicolás Robbio é argentino, radicado em São Paulo (SP), trabalha sobretudo com desenho, mas se considera um artista que lança mão de várias linguagens e suportes. Começou a quebrar as barreiras territoriais de suas obras, em 2005, em viagem produtiva a Cuba, seguida por residências artísticas na Alemanha e no Reino Unido. Para ele, o universo criativo de um artista se forma na infância, com as referências que o rodeiam, mas não nega que o esforço produtivo se articula com as novas referências do mundo adulto. Já fez exposições individuais e coletivas no MAM (Museu de Arte Moderna), Instituto Tomie Ohtake e na 28ª Bienal, em São Paulo; outras cidades do Brasil, América Latina, Ásia e Europa.

Conheça os dois curadores vencedores da 5ª edição do Prêmio CNI SESI SENAI Marcantonio Vilaça para as Artes Plásticas:

Raphael Fonseca (RJ)

 
Raphael Fonseca é crítico, curador e historiador da arte, mestre em História da Arte pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e doutor em História e Crítica da Arte pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Membro do corpo editorial das revistas ArtNexus, Dasartes e Performatus, também é curador de exposições de arte contemporânea e de mostras de cinema. Foi curador residente na Manchester School of Art, entre maio e agosto de 2016, e realizou exposições em Ekaterinburgo, Rússia (2012); Manchester, Inglaterra (2016); Rio de Janeiro-RJ (2014); Caruaru-PE (2014); Recife-PE e São Paulo-SP (2014-2016).

Divino Sobral (GO)

 
É artista plástico, curador e crítico de arte, residente em Goiânia (GO). Trabalha com diversas linguagens, suportes e materiais. Sua produção é guiada pela investigação da memória e dos efeitos causados pela passagem do tempo sobre as coisas do mundo. Descreve sua obra a partir da presença da estética sertaneja que alimenta uma produção contemporânea. Participou das Bienais do Mercosul e de Havana e foi curador do 5º e 6º Salão Nacional de Arte de Goiás e do Salão de Arte Contemporânea do Centro- Oeste de 2010.

Fotos das Exposições Itinerantes

Marcantonio quinta edição