Apresentação

Protagonismo para estimular a competitividade
da indústria e o crescimento do país


 

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) é uma entidade privada sem fins lucrativos, de natureza sindical, que nacionalmente representa e defende os interesses do  setor industrial brasileiro junto aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e organismos nacionais e internacionais. Articula com entidades e organismos no Brasil e no exterior para a promoção de debates e consensos sobre grandes temas nacionais e internacionais com impacto sobre as economias brasileira e global. Desenvolve estudos e propostas para a construção e o aperfeiçoamento de políticas e leis que melhorem o ambiente de negócios.

Criada em 1938, a entidade representa 27 federações de indústrias, uma em cada Unidade da Federação, e 1.245 sindicatos aos quais são filiadas mais de 816 mil indústrias. Administra o Serviço Social da Indústria (SESI), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e, com estes, administra o Instituto Euvaldo Lodi (IEL), com os quais presta serviços técnicos e tecnológicos e em saúde e segurança no trabalho.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI), federações e sindicatos industriais, SESI, SENAI e IEL formam o Sistema Indústria, que tem como missão promover a  competitividade da indústria brasileira e estimular o desenvolvimento humano e tecnológico. Tem sede em Brasília, no Distrito Federal, e um escritório de  representação em São Paulo, onde estão presentes 27 das 44 associações setoriais com as quais a CNI interage diretamente.

 

 

 

Governança

Gestão voltada para promover a competitividade da indústria
e estimular o desenvolvimento humano e tecnológico

 

A instância máxima de governança da CNI é o Conselho de Representantes, formado por delegados eleitos pelos conselhos de representantes das 27 federações de indústria filiadas (sendo dois delegados por federação). Além de eleger a Diretoria e o Conselho Fiscal da  entidade, é responsável pela política geral, pelas diretrizes e pela avaliação do orçamento anual e dos programas de trabalho. Autoriza a filiação da CNI a entidades  ou organismos internacionais com finalidades similares ou que tenham ligação com os interesses da indústria brasileira.

A Diretoria eleita pelo Conselho de Representantes é composta de um presidente, 15 vice-presidentes, três diretores financeiros, três diretores secretários e outros 15 diretores, e reporta-se ao Conselho de Representantes. Delibera sobre questões de interesse da indústria e administrativas da própria CNI. Para isso, conta com o apoio consultivo do Fórum Nacional da Indústria (FNI), do Conselho Setorial da Indústria e de 12 conselhos temáticos, em áreas como assuntos legislativos, econômicos, jurídicos, infraestrutura, relações de trabalho e desenvolvimento social, política industrial e desenvolvimento tecnológico, meio ambiente e sustentabilidade. A Diretoria também conta com o auxílio do Conselho Fiscal, que examina e acompanha relatórios e balanços financeiros da entidade.

O estatuto da CNI, aprovado em 2008, estabelece o mandato de quatro anos para a diretoria e para o Conselho Fiscal. O presidente da CNI preside o Conselho de Representantes e sua reeleição é permitida para apenas um mandato subsequente. Para ser eleito, é necessário ter cidadania brasileira e ser industrial, sócio de empresa, membro de conselho de administração ou diretor de indústria, bem como integrar o Conselho de Representantes ou ser presidente de federação das indústrias. Atualmente, o empresário mineiro Robson Braga de Andrade preside a CNI.

 

Agenda da indústria

O diálogo permanente é a base do trabalho da CNI

 

 

O diálogo e a troca de informações com os empresários são o princípio orientador para a construção de consensos em torno da agenda de prioridades da indústria. Para garantir o processo contínuo de consulta às bases — federações de indústrias, sindicatos e associações industriais e empresários —, a CNI organiza e mantém fóruns, conselhos empresariais e redes de relacionamento. Esse processo reforça a legitimidade e a representatividade das ações da indústria e é complementado com consultas às redes técnicas temáticas e outros mecanismos de diálogo, como seminários, oficinas e reuniões.

CNI - Processo de consulta à indústria


Além de espaços de debates presentes na estrutura de governança, como os conselhos temáticos, o Fórum Nacional da Indústria e a Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), a CNI lidera e compõe diversos grupos e iniciativas que promovem o debate e a pluralidade de ideias. Conheça:

 

Encontro Nacional da Indústria (ENAI)

Encontro Nacional da Indústria (ENAI)

Realizado desde 2006, o ENAI é o maior fórum de debates promovido pela CNI com federações, sindicatos e associações nacionais setoriais de indústrias de todo o país. O evento consolida consensos e sugere ações em áreas decisivas para o fortalecimento das empresas e da economia.

Na última edição, sediada em Brasília durante os dias 11 e 12 de novembro de 2015, o ENAI discutiu as mudanças de rumo para o Brasil e os ajustes necessários para a retomada do crescimento.
 

Saiba mais sobre a última edição

Coalização Empresarial Brasileira (CEB)

Coalização Empresarial Brasileira (CEB)

Coordenado pela Confederação Nacional da Indústria, o grupo contribui para organizar a estratégia do Brasil nas negociações de acordos comerciais com outros países ou blocos econômicos. Formada por empresas de diferentes setores e entidades de classe, como associações, federações e sindicatos industriais, a CEB reúne mais de 170 membros interessados em influenciar as estratégias brasileiras de integração internacional.
 

Clique aqui para saber mais sobre a CEB

Redes Temáticas

Redes Temáticas

Redes permanentes organizadas e coordenadas pelas equipes técnicas da CNI. Identificam tendências, avaliam posições de diversos setores empresariais, orientam estudos e construção de propostas sobre temas que afetam a competitividade da indústria, como relações de trabalho, meio ambiente, agenda legislativa e parcerias para estímulo às exportações.

As consultas aos integrantes das redes dispensam formalidades e podem ser feitas por telefone, e-mail, reunião presencial, conference call ou videoconferência.

Conselho Setorial da Indústria (Consin)

Conselho Setorial da Indústria (Consin)

Órgão consultivo da Confederação Nacional da Indústria, o Consin tem o objetivo de promover a permanente interação da entidade com diversos setores da indústria brasileira. Propõe políticas e posicionamentos sobre temas setoriais e nacionais para promover o desenvolvimento e a melhoria da competitividade.

 

 

 

 

Interação com a sociedade

Diálogo aberto com a sociedade é fundamental para
a CNI disponibilizar informações e serviços

 

As propostas, os posicionamentos, as pesquisas e os serviços prestados pela CNI são compartilhados com a sociedade por diversos canais. A mídia de informação é um deles. As entidades do Sistema Indústria contam ainda com meios institucionais interativos, como o Portal da Indústria e redes sociais na internet, para ampliar a divulgação das notícias e iniciativas da CNI, do SESI, do SENAI e do IEL.

Atendendo a pedido da base do Sistema Indústria, a CNI lançou, em setembro de 2015, o CNI em Ação — uma ferramenta de empoderamento e mobilização de empresários, sindicatos, associações, federações e profissionais de relações governamentais ligados à indústria. Trata-se de um canal de relacionamento que semanalmente entra em contato com 5 mil pessoas via e-mail, apresentando o posicionamento da indústria e oferecendo subsídios argumentativos para orientar a base industrial em ações estratégicas de temas relevantes para o setor.

Além disso, a CNI possui um sistema de atendimento ao público externo no Portal da Indústria e por telefone. No Fale Conosco, pode-se pedir o envio de pesquisas, fazer reclamações, solicitar informações sobre serviços, entre outros. Nesse canal, também são disponibilizados os contatos das federações de indústria nos estados para que os usuários remetam pedidos diretamente a essas entidades.

 

 

 

Conheça os canais de comunicação com o Sistema Indústria

 

 

A CNI valoriza profissionais e instituições
comprometidas com o desenvolvimento do setor

 

1/4

  • Vencedores da edição de 2015 durante cerimônia de premiação.
  • Vice-presidente da CNI, Antonio Carlos Silva, discursa durante a entrega do Prêmio Nacional de Inovação 2015.
  • Abertura do 5º Prêmio Marcantonio Vilaça, em São Paulo, apresentada pelo ator Dan Stulbach.
  • Renato da Fonseca, gerente-executivo de Pesquisa e Competitividade da CNI, durante entrega do Prêmio CNI de Economia 2015.

 

 

Ética, integridade e transparência

Normas e procedimentos orientam a conduta de
colaboradores e garantem transparência na prestação de contas

 

O Sistema Indústria adota um modelo de gestão pautado pela ética e pela transparência na prestação de contas à sociedade. Uma empresa de auditoria independente avalia os balanços financeiros da CNI, dos departamentos nacionais do SESI do SENAI e do núcleo central do IEL. O SESI e SENAI divulgam na internet seu orçamento e execução orçamentária atualizados trimestralmente, nos termos da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

Por receberem contribuição compulsória da indústria, SESI e SENAI também são auditados pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Possuem regras e critérios para contratação de bens e serviços de terceiros em seus Regulamentos de Licitações e Contratos. Contam ainda com políticas de patrocínio e convênios.

No Código de Ética, em vigência desde 2011, são estabelecidos princípios a serem observados por pessoas que representam ou se relacionam com a CNI, os departamentos nacionais do SESI e do SENAI e o núcleo central do IEL, sendo indicativo para as demais entidades e órgãos do Sistema Indústria. A comunicação sobre eventuais comportamentos não éticos por parte de colaboradores dessas instituições deve ser feita pelo canal de ouvidoria (etica@sistemaindustria.org.br) — não são aceitas comunicações anônimas ou em que não se possa verificar a identidade do comunicante.

O documento está disponível na intranet corporativa, para o público interno, e no Portal da Indústria, ao público externo. Os colaboradores recebem exemplar impresso do código quando ingressam na instituição.

O comitê de ética, composto por cinco pessoas designadas pela Presidência da CNI, é responsável por receber e averiguar comunicações de condutas que desrespeitem o Código de Ética e recomendar medidas de esclarecimento, educação e treinamento ou ajustes de processos, situações ou condutas.

Em 2015, a CNI lançou a cartilha Informativo sobre a Lei Anticorrupção (Lei nº 12.846, de 1º de agosto de 2013). O objetivo é informar as empresas sobre a lei, em vigor desde 2014, e esclarecê-las sobre sua implementação. No documento, a CNI destaca a importância de as empresas criarem mecanismos e procedimentos internos de integridade.

Gestão financeira

Receitas direcionadas a projetos estratégicos para o trabalhador e para a indústria

 

O total das receitas das entidades e órgãos nacionais do Sistema Indústria em 2015 foi de aproximadamente R$ 2,8 bilhões  dos quais 82,6% vêm de contribuições. Foram repassados a entidades e órgãos regionais e convênios para o desenvolvimento de projetos e programas estratégicos, como construção de escolas e institutos de inovação e compra de unidades móveis, 51,9% do total das receitas. Além desse percentual, as entidades e órgãos nacionais do Sistema Indústria apoiam os regionais por meio da aquisição direta de serviços, materiais e bens para alavancar programas estratégicos para a indústria nos estados.

Em 2015, do total distribuído pelas entidades e órgãos nacionais do Sistema Indústria, foram destinados ainda 7,5% ao pagamento de pessoal e encargos.

O resultado do SENAI reflete o cenário de menor arrecadação, por causa da crise econômica, aliado à manutenção de investimentos significativos no aumento da qualidade da educação profissional e na ampliação do atendimento de serviços
técnicos e tecnológicos. Escolas do SENAI pelo país receberam máquinas, equipamentos, software, ferramentas e outros materiais de última geração adquiridos para a realização da WorldSkills, a olimpíada internacional de profissões técnicas realizada em agosto de 2015 em São Paulo. No capítulo de educação deste relatório, você pode conferir mais informações sobre a competição.

Gestão de fornecedores — As entidades nacionais do Sistema Indústria adquiriram produtos e serviços de 5.056 fornecedores – a maioria deles localizada nas regiões Sudeste (50,3%), Centro-Oeste (26,5%) e Sul (10,2%). Em seguida,  vem o Nordeste  (8%), e o Norte (2,7%). 

 

Contribuições compulsórias do SESI e do SENAI — Embora as federações e departamentos do SESI e do SENAI tenham autonomia na gestão, inclusive dos recursos, as entidades nacionais monitoram a execução das metas de gratuidade estabelecidas no Regulamento do SESI (Decreto nº 6.637/2008) e no Regimento do SENAI (Decreto nº 6.635/2008).

 

 

 

Gestão de pessoas

Atrair, manter e desenvolver profissionais de excelência para
alcançar resultados e aprimorar o ambiente organizacional

 

Em 2015, trabalharam nas entidades nacionais do Sistema Indústria 892 colaboradores: 55% mulheres e 45% homens. A maioria dos colaboradores (66%) tem entre 30 e 50 anos; 802 profissionais (90%) são contratados por tempo indeterminado, sendo 445 mulheres (55%) e 357 homens (45%). Na pesquisa de clima anual, respondida em 2015 por 78% dos empregados, a CNI é um excelente lugar para se trabalhar na visão de 87% dos respondentes.

Em 2014, a entidade era considerada um excelente lugar para se trabalhar para 80% dos respondentes. O aumento do percentual de satisfação dos colaboradores é resultado do trabalho feito para valorizar seus profissionais, que colocou a CNI, em 2015, no grupo das melhores empresas para se trabalhar na região Centro-Oeste. Esse reconhecimento chega três anos depois do lançamento do Programa Evolua, que alia o desenvolvimento dos colaboradores ao alcance de melhores resultados pela organização.

De 2012 a 2015, a instituição implantou, aperfeiçoou e integrou modernas ferramentas de gestão de pessoas com o objetivo de atrair, manter e desenvolver profissionais de excelência. Ao todo, são quatro as dimensões trabalhadas: gestão de desempenho, desenvolvimento e carreira, estratégia de remuneração e ambiente organizacional.


No sistema de gestão de desempenho há critérios claros para a promoção e progressão de funcionários e o desenvolvimento de pessoal. Fóruns permitem que as equipes reflitam sobre resultados do ano anterior e planejem a atuação futura. Também são mapeados sucessores, talentos e posições críticas dentro da organização. Na última avaliação de desempenho, realizada em 2014, com dados divulgados em 2015, de 703 empregados elegíveis ao processo, 99% foram avaliados e 96,6% receberam feedback.
 

Benefícios – A CNI oferece a seus colaboradores:

  • Plano de assistência médica que inclui dependentes
  • Plano de previdência privada
  • Espaço de Convivência e Promoção da Saúde, com academia de ginástica dentro das instalações da CNI em Brasília
  • Vale-alimentação e refeição
  • Auxílio-creche para funcionários que tenham filhos de até 3 anos

 


 

 

 

 

Na busca de um melhor ambiente organizacional, a CNI reformulou seu programa de voluntariado, lançado em 2011. A atuação, antes voltada a projetos educacionais, foi ampliada para ações que contemplem os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, propostos pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2015. O programa de voluntariado aproxima as entidades do Sistema Indústria de comunidades e instituições como asilos e orfanatos e ajuda a aumentar a integração e a confiança entre os colaboradores. Ao todo, 93 profissionais dedicaram mais de 500 horas ao programa em 2015, beneficiando mais de 1.400 pessoas. Para participar, os empregados podem ingressar em projetos já existentes ou criar novos projetos e parcerias.

A CNI aderiu ainda a campanhas de saúde como o Outubro Rosa, de combate ao câncer de mama, e o Novembro Azul, de combate ao câncer de próstata. Em 2015, a novidade foi o Dezembro Vermelho, de luta contra a Aids. Em 2016, a entidade  engajou-se também no Maio Amarelo, de combate a acidentes de trânsito.