PROPRIEDADE INTELECTUAL
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Números

 

  • Concessão mundial de patentes - A taxa de inovação de um país pode ser aferida pelo valor total do investimento (público e privado) em pesquisa e desenvolvimento (P&D) em relação ao seu PIB. Outro importante indicador é o número de patentes que o país detém nos principais escritórios de PI do mundo. De acordo com o relatório do World Intellectual Property Indicators, o escritório que concede os registros de patente da China recebeu 928.177 pedidos em 2014, número que supera os pedidos que os escritórios dos EUA e Japão receberam juntos (904.791 no total). De acordo com o relatório, se essa tendência continuar o escritório de patentes da China vai se tornar o primeiro do gênero a receber 1 milhão de pedidos de registros em apenas um ano. 

 

  • Competitividade - De acordo com o estudo sobre competitividade mundial realizado com 61 países pelo IMD em 2015, o Brasil caiu para a posição 56º e perdeu 18 posições desde 2010. Analisando apenas os países que compõe o BRIC, o Brasil fica na última posição, estando à frente da Mongólia, Croácia, Argentina, Ucrânia e Venezuela.

 

  • Gigantes brasileiras - Em 2015, no ranking das 500 maiores empresas do mundo da Fortune, o Brasil aparece com sete companhias: Petrobras (28º.), Bradesco (148º.), Itaú (112º.) Banco do Brasil (126º.), Bradesco (185º.), JBS (202º) e Vale no 312º lugar.

 

  • PI e geração de riqueza na Europa - Segundo o estudo da Comissão Europeia lançado em 2013 sobre a contribuição das indústrias intensivas em propriedade intelectual em termos de Produto Interno Bruto (PIB), emprego, salário e comércio, cerca de 50% das indústrias da União Europeia (EU) são intensivas em PI e responsáveis por 26% de todos os empregos do bloco, 56 milhões de empregos diretos e 20 milhões de empregos indiretos. Isso significa que 1 em cada 3 empregos na EU estão relacionados com a indústria intensiva em PI. Essas indústrias geram 39% do PIB da EU, com valor de €4.7 trilhões, pagam salários na faixa de 40% superiores (base semanal de €715) aos da não intensivas (base semanal de €507) e são responsáveis por 90% do comércio da EU com o resto do mundo.

 

  • PI e geração de riqueza nos EUA - Já em Abril de 2012, o Departamento de Comércio Americano lançou um relatório que revela: as indústrias norte-americanas intensivas em PI são responsáveis por 40 milhões de empregos diretos e indiretos, o que eqüivale a 27,7% de todos os empregos no país (dados de 2010). Entre 2010 e 2011, a recuperação econômica levou a um aumento de 1.6% dos empregos na indústria intensiva em PI contra 1% das indústrias não intensivas em PI. Esse segmento empresarial contribuiu com mais de 5.06 trilhões de dólares, 34.8% do PIB americano (dados de 2010). AS Indústrias intensivas em PI foram responsáveis por 775 bilhões de dólares dos produtos exportados nos Estados Unidos, equivalendo a 60,7% do total das exportações.

 

  • Inovação - No índice publicado pela S&P/Business Week sobre as 25 empresas mais inovadoras do mundo em 2008, 16 são americanas, quatro são japonesas e as demais são do Canadá, Finlândia, Alemanha, Índia e Coréia do Norte.

 

  • Depósitos mundiais de patentes - Estudiosos consideram que existe uma forte ligação entre o número de depósitos de patentes com o PIB e o nível de investimento em P&D. A China, o Japão e os Estados Unidos compõem o topo deste ranking. Em 2007, cerca de mais de 59% de todos os depósitos de patente provieram apenas destes três países. O aumento substancial do número de pedidos de patentes da China e Republica da Coréia nos últimos anos tem reduzido o gap entre os dois primeiro colocados (Estados Unidos e Japão). Em 2007, a China e a Republica da Coréia depositaram mais pedidos de patentes em relação ao PIB ou investimentos em P&D do que os Estados Unidos.

  • Patentes no Brasil - Em termos de investimento, de acordo com dados do MCT de 2009, o Brasil investiu 1.42% do seu PIB  em ciência e tecnologia, o que é considerado uma taxa baixa quando comparado a outros países de industrialização tardia. Os indicadores contidos no relatório da OMPI de 2009 mostram que no Brasil (dados referentes a 2006) 84,2% dos pedidos de patentes depositados no INPI foram de não-residentes e que 90.2% das patentes concedidas também eram de não-residentes. Em 2008 o número total de pedidos de proteção no exterior para patentes brasileiras via PCT foi de apenas 444.

  • Sobre os inventores brasileiros - De acordo com o MCT, no que tange a dinâmica dos pedidos e concessões de patente de invenção depositados por residentes brasileiros nos Estados Unidos (USPTO), durante o período acumulado de 28 anos (1980 a 2008), os números totais são 4.980 e 2.074, respectivamente. Isso corresponde a uma taxa média de aproximadamente 178 pedidos e 74 concessões de patentes brasileiras no mercado americano por ano. Apesar do número de depósitos estarem aumentando a cada ano, o desempenho empresarial brasileiro na área ainda é pífio. Estes números demonstram inegavelmente o quanto os brasileiros desconhecem sobre a importância econômica e estratégica da PI e como ainda não sabem se apropriar nem proteger suas tecnologias.

  • Percepção sobre o INPI - A Câmara Americana de Comércio Brasil-Estados Unidos (Amcham) compreende a propriedade intelectual como um fator determinante para o desenvolvimento econômico e social sustentável do país e, nesse sentido, entende que o aprimoramento do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) é um dos caminhos para o desenvolvimento econômico do Brasil. Por esse motivo, produz pesquisas de opinião sobre o desempenho e a contribuição do INPI para a realização de negócios que tenham o país como alvo ou protagonista. Confira as edições de 2009 e 2010.

 

  • PI e geração de riqueza na Europa - Segundo o estudo da Comissão Europeia lançado em 2013 sobre a contribuição das indústrias intensivas em propriedade intelectual em termos de Produto Interno Bruto (PIB), emprego, salário e comércio, cerca de 50% das indústrias da União Europeia (EU) são intensivas em PI e responsáveis por 26% de todos os empregos do bloco, 56 milhões de empregos diretos e 20 milhões de empregos indiretos. Isso significa que 1 em cada 3 empregos na EU estão relacionados com a indústria intensiva em PI. Essas indústrias geram 39% do PIB da EU, com valor de €4.7 trilhões, pagam salários na faixa de 40% superiores (base semanal de €715) aos da não intensivas (base semanal de €507) e são responsáveis por 90% do comércio da EU com o resto do mundo.

 

  • PI e geração de riqueza nos EUA - Já em Abril de 2012, o Departamento de Comércio Americano lançou um relatório que revela: as indústrias norte-americanas intensivas em PI são responsáveis por 40 milhões de empregos diretos e indiretos, o que eqüivale a 27,7% de todos os empregos no país (dados de 2010). Entre 2010 e 2011, a recuperação econômica levou a um aumento de 1.6% dos empregos na indústria intensiva em PI contra 1% das indústrias não intensivas em PI. Esse segmento empresarial contribuiu com mais de 5.06 trilhões de dólares, 34.8% do PIB americano (dados de 2010). AS Indústrias intensivas em PI foram responsáveis por 775 bilhões de dólares dos produtos exportados nos Estados Unidos, equivalendo a 60,7% do total das exportações.
  • Inovação - No índice publicado pela S&P/Business Week sobre as 25 empresas mais inovadoras do mundo em 2008, 16 são americanas, quatro são japonesas e as demais são do Canadá, Finlândia, Alemanha, Índia e Coréia do Norte.

  • Concessão mundial de patentes - A taxa de inovação de um país pode ser aferida pelo valor total do investimento (público e privado) em pesquisa e desenvolvimento (P&D) em relação ao seu PIB. Outro importante indicador é o número de patentes que o país detém nos principais escritórios de PI do mundo. De acordo com o relatório do  World Intellectual Property Indicators de 2009, das 6,3 milhões de patentes concedidas no mundo nos últimos 20 anos (que ainda estavam válidas até 2007), 47% pertenciam aos Estados Unidos e ao Japão. Este número significa dizer que praticamente quase metade das tecnologias patenteadas no mundo é de propriedade de apenas dois países.

  • Depósitos mundiais de patentes - Estudiosos consideram que existe uma forte ligação entre o número de depósitos de patentes com o PIB e o nível de investimento em P&D. A China, o Japão e os Estados Unidos compõem o topo deste ranking. Em 2007, cerca de mais de 59% de todos os depósitos de patente provieram apenas destes três países. O aumento substancial do número de pedidos de patentes da China e Republica da Coréia nos últimos anos tem reduzido o gap entre os dois primeiro colocados (Estados Unidos e Japão). Em 2007, a China e a Republica da Coréia depositaram mais pedidos de patentes em relação ao PIB ou investimentos em P&D do que os Estados Unidos.

  • Patentes e outros registros no Brasil - De acordo com o balanço oficial das estatísticas do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) relativas a 2015, na área de marcas houve um crescimento de 1% nos pedidos, que totalizaram 158.709. Foram 189.916 licenças concedidas em 2015 contra 157.600 do ano anterior.  Na área de patentes, foram 33.043 pedidos recebidos. Em 2015 o Instituto também recebeu 12 pedidos de registro de Indicações Geográficas, e na área de software o número de depósitos passou de 1.609 (2014) para 1.616.  Em Desenho Industrial, foi registrada uma queda de 8,4% nas solicitações, que passaram de 6.590 em 2014 para 6.039 no ano seguinte. Quanto à averbação de contratos de tecnologia, também houve redução de 18%, caindo de 1.710 para 1.400 em 2015. 

 

  • Sobre os inventores brasileiros - De acordo com o MCT, no que tange a dinâmica dos pedidos e concessões de patente de invenção depositados por residentes brasileiros nos Estados Unidos (USPTO), durante o período acumulado de 28 anos (1980 a 2008), os números totais são 4.980 e 2.074, respectivamente. Isso corresponde a uma taxa média de aproximadamente 178 pedidos e 74 concessões de patentes brasileiras no mercado americano por ano. Apesar do número de depósitos estarem aumentando a cada ano, o desempenho empresarial brasileiro na área ainda é pífio. Estes números demonstram inegavelmente o quanto os brasileiros desconhecem sobre a importância econômica e estratégica da PI e como ainda não sabem se apropriar nem proteger suas tecnologias.

  • Percepção sobre o INPI - A Câmara Americana de Comércio Brasil-Estados Unidos (Amcham) compreende a propriedade intelectual como um fator determinante para o desenvolvimento econômico e social sustentável do país e, nesse sentido, entende que o aprimoramento do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) é um dos caminhos para o desenvolvimento econômico do Brasil. Por esse motivo, produz pesquisas de opinião sobre o desempenho e a contribuição do INPI para a realização de negócios que tenham o país como alvo ou protagonista. Confira as edições de 2009 e 2010.
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- Ranking Interbrands das 100 marcas mais valiosas do mundo em 2013

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