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09 Jul 2014

SESI e Sebrae oferecem curso para quem comercializa alimentos fora de casa

O projeto Comida de Rua é voltado para os micro empreendedores individuais. Quem participa aprende desde questões gerenciais até o melhor aproveitamento dos ingredientes

SESI Comida de Rua
O projeto utiliza a mesma metodologia do Cozinha Brasil, programa de educação alimentar do SESI que difunde práticas de alimentação saudável e o aproveitamento integral dos alimentos
O projeto Comida de Rua, lançado pelo Serviço Social da Indústria (SESI), em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), qualifica e formaliza as atividades dos microempreendedores individuais dedicados ao comércio de alimentação fora de casa. O projeto oferece oficinas na área de compra, venda e planejamento gerencial, mas principalmente de boas práticas alimentares e nutricionais. Os microempreendedores são aqueles que têm um faturamento anual de até 60 mil reais, com ou sem estabelecimento fixo.

O Comida de Rua está em funcionamento em Belo Horizonte, Natal e Fortaleza. Nessas três cidades já foram capacitadas 300 pessoas. A meta inicial é levar o projeto para 12 capitais brasileiras e capacitar 2.400 microempreendedores individuais com a metodologia do Cozinha Brasil, programa de educação alimentar do SESI que difunde práticas de alimentação saudável e o aproveitamento integral dos alimentos.

SEGURANÇA ALIMENTAR - Para a analista do Sebrae de Minas Gerais, Michelle Chalub, a iniciativa tem conquistado fãs devido ao dinamismo das atividades. “Os cursos envolvem simulações e experiências práticas que ensinam a lidar com dinheiro, planejar, comprar e vender”, explica.

O gestor do projeto Comida de Rua, Rodrigo Amaral, ressalta que o projeto oferece segurança alimentar para quem come fora de casa e mais rentabilidade para o microempreendedor. Ouça:

A nutricionista Juliana de Souza Costa, do SESI de Minas Gerais, participou da capacitação de quatro turmas do Comida de Rua em menos de um mês. Entre os desafios propostos, Juliana destaca a inclusão de ingredientes naturais e mais saudáveis nos cardápios. “Os alunos saem dos cursos motivados, sentem-se valorizados e passam a promover novas práticas, substituindo, incrementando ou incorporando novos pratos aos cardápios”, diz.

Em Natal, o Comida de Rua deixou empolgada a microempreendedora Celina de Souza Leão, de 29 anos. Segundo a potiguar, antes do curso ela não tinha noções básicas sobre vendas e administração do capital. “Vou completar uma semana de curso e vai ser decisivo para estruturar meu negócio e ganhar dinheiro”, afirma.

Quem quiser participar do projeto Comida de Rua deve procurar o departamento regional do SESI ou o Sebrae em cada estado. O curso é gratuito, mas tem vagas limitadas.

Por Sirlei Pires e Ynaiana Leite
Foto: José Paulo Lacerda
Do Portal da Indústria

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