PROPRIEDADE INTELECTUAL

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4 de Maio de 2016 às 17:02

Núcleo de Inovação da Fibra debate Propriedade Intelectual

Empresários, lideranças sindicais e profissionais de diversas áreas de atuação participaram da capacitação empresarial sobre Propriedade Intelectual promovida pela Confederação Nacional da Indústria – CNI, em parceria com o Núcleo de Gestão da Inovação da Fibra. O curso foi ministrado, nesta quinta-feira (28/04), pelo advogado e mestre em Direito de Propriedade Intelectual e Sociedade da Informação, Rodrigo Cid, na sede do Sistema Fibra. A iniciativa faz parte das ações realizadas pelo Programa Propriedade Intelectual para Inovação na Indústria, lançado em 2010.

Durante o encontro, o palestrante abordou, com exemplos práticos, temas relacionados à Propriedade Intelectual vs. Propriedade Industrial; Marcas; Desenhos Industriais; Patentes; Repressão à Concorrência Desleal; Segredos de Indústria; Direitos de Autor e Direitos Conexos; Software; e Gestão da Inovação. “Uma das premissas do direito de Propriedade Intelectual é garantir que o conhecimento não seja disseminado de forma prejudicial ao seu criador. É um tema amplo e bastante complexo, porque possui várias ramificações”, explica Cid.

Os participantes interagiram com o especialista por meio de perguntas e de curiosidades sobre o assunto. Segundo a analista de Políticas e Indústria da CNI, Maria Cláudia Nunes, a capacitação teve como intuito despertar a curiosidade sobre a temática e fazer com que o empresário entenda as várias possibilidades de negócio que a Propriedade Intelectual traz para as empresas e quanto é possível ganhar com isso.

O empresário, Rafael Ferreira, sócio-fundador da startup Dfchip – desenvolvedora de projetos de circuitos integrados – acredita que trata-se de um tema de grande relevância para o mercado, uma vez que o Distrito Federal abriga diversos modelos de negócio baseados nessa área. “Saber a legislação, de dentro e de fora do país, entender as questões que tocam o segmento de circuitos integrados e adquirir conhecimentos gerais sobre o assunto agregou muito para os projetos futuros da minha empresa”, conta Rafael.

Maria Cláudia Nunes, representante do Programa de Propriedade Intelectual da CNI
 

A iniciativa conta com o apoio do Sistema Fibra, por meio de seu Comitê Gestor do Núcleo de Inovação. O diretor de Inovação e Desenvolvimento Tecnológico da entidade, Graciomário Queiroz, afirma que é preciso garantir a proteção do patrimônio intelectual para pesquisadores, empreendedores, artistas e todos aqueles que criam, inventam e inovam, seja nas artes ou nas ciências. “O Sistema Fibra está à disposição de qualquer um para auxiliar na proteção do patrimônio intelectual, para que tenha reconhecimento pela sua criatividade e uma recompensa material por seus inventos e criações”, destaca o diretor. Queiroz acredita, ainda, que ao utilizar de forma correta os direitos de patrimônio intelectual, o setor produtivo poderá ser beneficiado com geração de empregos e de renda, contribuindo, assim, para o crescimento e para a maior competitividade do segmento industrial do DF no cenário nacional.

Assessoria de Imprensa