3º Intercâmbio de Lideranças Setoriais da Indústria do Vestuário discute desafios e oportunidades para o setor

Nessa quarta-feira (12), aconteceu na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília, o 3º Intercâmbio de Lideranças Setoriais da Indústria do Vestuário, fruto de parceria entre a Confederação e o Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae). Uma das iniciativas do Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA), o evento proporciona o debate sobre desafios e oportunidades para o setor, enfatizando o que os sindicatos empresariais podem fazer para atender as necessidades das indústrias representadas.

O Intercâmbio contou com a participação de 21 presidentes de sindicatos empresariais, de 19 estados brasileiros, e foi aberto pelo diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Carlos Eduardo Abijaodi. “O compartilhamento de informações e de boas práticas entre líderes sindicais é fundamental, pois como o nosso País tem dimensões continentais, um problema enfrentado pelas indústrias de um estado pode já ter sido solucionado em outro”, afirmou o diretor.

As oito horas de programação foram distribuídas entre três momentos. O primeiro deles foi uma mesa-redonda sobre como fortalecer a atuação conjunta entre os sindicatos empresariais, as federações estaduais da indústria, a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT) e a CNI. Participaram desse momento o presidente da ABIT, Fernando Pimentel, o presidente do Sindvest de Feira de Santana e vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), Edison Correia e o presidente do Sindvest de Salvador e diretor da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), Waldomiro Araújo, e os executivos da CNI, Camilla Cavalcanti, Godofredo Diniz, Rogério Vieira e Rodrigo Caetano.

Um segundo momento foi reservado à apresentação de oportunidades que os sindicatos podem levar para as indústrias do setor. A coordenadora do Macrosegmento de Moda do Sebrae, Juliana Borges, detalhou as soluções oferecidas pela instituição para os diferentes modelos de negócio adotados pelo setor de confecção. Já a coordenadora de planejamento da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), Ana Arroio, expôs o modelo Embrapii de financiamento de projetos de inovação de empresas industriais, sem burocracia.

O terceiro momento foi destinado à realização da oficina “Como tornar seu sindicato imprescindível para a indústria?”, conduzida por Marcelo Minutti, instrutor do PDA. A oficina, baseada na metodologia Design Thinking, estimulou a geração, seleção e detalhamento de ideias transformadoras que ajudem os sindicatos empresariais a se tornarem cada vez mais relevantes para as empresas que representam. “Iniciativa fundamental pensando no futuro das entidades representativas”, afirma Fernando Pimentel, presidente da ABIT.

Rede Sindical da Indústria – Os sindicatos empresariais que participaram do Intercâmbio de Lideranças Setoriais foram convidados a se inscrever na Rede Sindical da Indústria. “A Rede Sindical permite que o contato entre os sindicatos continue mesmo após o Intercâmbio, possibilitando aprofundar discussões e concretizar ideias”, ressalta a gerente-executiva de Desenvolvimento Associativo da CNI, Camilla Cavalcanti.

Além do setor do vestuário, a Rede Sindical reúne presidentes e executivos de sindicatos de outros 14 setores industriais: alimentação, base florestal, bebidas, couro e calçados, cerâmica, construção civil, gráfico, laticínios, metalmecânico, panificação, plástico, químico e farmacêutico, reparação e têxtil.

O próximo Intercâmbio de Lideranças Setoriais será o do setor de Base Florestal, que acontece já na 4ª-feira, 19/4.

Para mais informações sobre o Intercâmbio de Lideranças Setoriais e sobre a Rede Sindical da Indústria, consulte a Federação das Indústrias do seu estado.

 

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28 de Abril de 2017 às 02:09

3º Intercâmbio de Lideranças Setoriais da Indústria do Vestuário discute desafios e oportunidades para o setor

Nessa quarta-feira (12), aconteceu na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília, o 3º Intercâmbio de Lideranças Setoriais da Indústria do Vestuário, fruto de parceria entre a Confederação e o Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae). Uma das iniciativas do Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA), o evento proporciona o debate sobre desafios e oportunidades para o setor, enfatizando o que os sindicatos empresariais podem fazer para atender as necessidades das indústrias representadas.

O Intercâmbio contou com a participação de 21 presidentes de sindicatos empresariais, de 19 estados brasileiros, e foi aberto pelo diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Carlos Eduardo Abijaodi. “O compartilhamento de informações e de boas práticas entre líderes sindicais é fundamental, pois como o nosso País tem dimensões continentais, um problema enfrentado pelas indústrias de um estado pode já ter sido solucionado em outro”, afirmou o diretor.

As oito horas de programação foram distribuídas entre três momentos. O primeiro deles foi uma mesa-redonda sobre como fortalecer a atuação conjunta entre os sindicatos empresariais, as federações estaduais da indústria, a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT) e a CNI. Participaram desse momento o presidente da ABIT, Fernando Pimentel, o presidente do Sindvest de Feira de Santana e vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), Edison Correia e o presidente do Sindvest de Salvador e diretor da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), Waldomiro Araújo, e os executivos da CNI, Camilla Cavalcanti, Godofredo Diniz, Rogério Vieira e Rodrigo Caetano.

Um segundo momento foi reservado à apresentação de oportunidades que os sindicatos podem levar para as indústrias do setor. A coordenadora do Macrosegmento de Moda do Sebrae, Juliana Borges, detalhou as soluções oferecidas pela instituição para os diferentes modelos de negócio adotados pelo setor de confecção. Já a coordenadora de planejamento da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), Ana Arroio, expôs o modelo Embrapii de financiamento de projetos de inovação de empresas industriais, sem burocracia.

O terceiro momento foi destinado à realização da oficina “Como tornar seu sindicato imprescindível para a indústria?”, conduzida por Marcelo Minutti, instrutor do PDA. A oficina, baseada na metodologia Design Thinking, estimulou a geração, seleção e detalhamento de ideias transformadoras que ajudem os sindicatos empresariais a se tornarem cada vez mais relevantes para as empresas que representam. “Iniciativa fundamental pensando no futuro das entidades representativas”, afirma Fernando Pimentel, presidente da ABIT.

Rede Sindical da Indústria – Os sindicatos empresariais que participaram do Intercâmbio de Lideranças Setoriais foram convidados a se inscrever na Rede Sindical da Indústria. “A Rede Sindical permite que o contato entre os sindicatos continue mesmo após o Intercâmbio, possibilitando aprofundar discussões e concretizar ideias”, ressalta a gerente-executiva de Desenvolvimento Associativo da CNI, Camilla Cavalcanti.

Além do setor do vestuário, a Rede Sindical reúne presidentes e executivos de sindicatos de outros 14 setores industriais: alimentação, base florestal, bebidas, couro e calçados, cerâmica, construção civil, gráfico, laticínios, metalmecânico, panificação, plástico, químico e farmacêutico, reparação e têxtil.

O próximo Intercâmbio de Lideranças Setoriais será o do setor de Base Florestal, que acontece já na 4ª-feira, 19/4.

Para mais informações sobre o Intercâmbio de Lideranças Setoriais e sobre a Rede Sindical da Indústria, consulte a Federação das Indústrias do seu estado.