Boa Prática

12/11/2018

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Busca de eficiência e eficácia atuando fórum permanente das entidades empresariais

Sindicato: Sipacon

Presidente do sindicato:

Mandato:

Federação: FIRJAN

Início de execução da prática: 1/2018

Raio-X da prática

A principal característica desta prática é compartilhar experiências sobre como trabalhar em ações que ajudem a promover a efetiva inclusão e desenvolvimento das mulheres, dentre elas, as com necessidades especiais – a sociedade deve estar refletida nas empresas – não apenas por uma questão de vantagem competitiva e econômica, mas principalmente por uma questão moral.


Como surgiu a ideia

Surgida da necessidade de promover a efetiva inclusão e desenvolvimento das mulheres, dentre elas, as com necessidades especiais, percebeu-se que a sociedade deve estar refletida nas nossas empresas, não apenas por uma questão de vantagem competitiva e econômica, mas principalmente por uma questão moral. Também surgiu pela percepção de que a diversidade é uma questão que transcende raça, credo, gênero ou orientação sexual, é uma questão de liberdade de opinião e de pensamento, pois a grande chave da inovação está na diversidade e na inclusão. Se no passado, inovação era um negócio de pesquisa e desenvolvimento, agora ela começa com pessoas. Assim, para ter gente inovadora em todos os sentidos, deve-se criar uma cultura de diversidade e inclusão. Daí o pensamento que vai ao encontro desta ideia: estimular uma cultura organizacional que promova a igualdade de gêneros no ambiente de trabalho e valoriza a contribuição das mulheres para que elas possam exercer todas suas potencialidades, facilitando e promovendo uma rápida integração, inclusive dos portadoras de deficiência no ambiente das empresas panificadoras. Surge, então, a ideia de apostar na diversidade, na inclusão de mulheres e dentre elas as com deficiência (PcD) para facilitar o alcance da meta 8.5 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que sugere alcançar o emprego pleno, produtivo e o trabalho decente para todas as mulheres e homens, inclusive para os jovens e as pessoas com deficiência, além de remuneração igual para trabalho de igual valor até 2030. Mostra-se às mulheres como é trabalhar em áreas técnicas e que essa não é mais uma profissão rigorosamente masculina. É necessário mudar a mentalidade nas empresa também, para que equipes masculinas aceitem de fato mais mulheres e vejam que isso é benéfico no dia a dia. O problema identificado estava na necessidade de fortalecer a presença das mulheres na nossa indústria, com seu “toque feminino” todo especial, ajudando a melhorar o produto final e a atender à demanda de um nicho de mercado que, atualmente, é responsável por mais de 70% das decisões de compra. Dados do Fórum Econômico Mundial indicam que as nações com maior nível de igualdade de gêneros tendem a ser mais prósperas. Ou seja, oferecer às mulheres as mesmas oportunidades dos homens não é somente uma questão de justiça, faz também todo o sentido para a economia. Afinal, elas representam metade da população mundial e apenas 40% da força de trabalho. Há ainda o poder de consumo feminino. De acordo com uma estimativa, os gastos das mulheres atingem mais de 20 trilhões de dólares – maior do que a economia dos EUA e da China juntas, ou seja, equiparar a taxa de emprego das mulheres e dos homens é um impulso capaz de elevar a economia. Mas as mulheres não querem apenas consumir, seu objetivo é, principalmente, contribuir na geração de renda e riqueza. Empresas que percebem esse potencial mercado produtor e consumidor, tendem a ser mais bem sucedidas em seus produtos e serviços, assim é na Panificação.


Como fazer acontecer

Primeiramente, o reconhecimento pelos empresários da necessidade de se debater temas de importância para o crescimento e desenvolvimento da comunidade como um todo; em segundo lugar, e primordialmente, a necessidade de que nossos associados vejam no sindicato a força para seguir em frente em momentos de crise como a que atravessa nossa economia e o País. Os custos envolvidos, o investimento financeiro, econômico e humano foram referentes à mensalidade fixa e igual para todas as entidades, para manutenção de custas básicas para o funcionamento do Fórum. Com relação ao investimento humano, destaca-se a presença do sindicato às reuniões na pessoa do presidente e outros diretores.


Principais resultados

Como resultado, pode-se destacar primordialmente que o fórum cumpre a missão de promover debates sobre assuntos que envolvem as empresas e suas rotinas administrativas, econômicas e tributárias com eficiência e eficácia. Pode-se aferir maior confiabilidade no sindicato por parte das empresas associadas e o destaque do sindicato no cenário político, econômico e social.

 


Saiba mais

Se você tem interesse em obter mais informações sobre a boa prática, entre em contato com o sindicato.

Sipacon/RJ: MPCOIMBRA@firjan.com.br