CAPÍTULO 7

Educação é agente transformador e fator de competitividade


 

Reportagem publicada em 17/04/2018



“Eu não chegaria a lugar algum se não tivesse acreditado no poder de mudança da educação e no meu potencial. Hoje sei que pobreza não define o rumo da pessoa, mas as suas escolhas, sim”. É assim que o especialista em robótica, Guilherme Mário da Silva, 22 anos, lembra de sua trajetória pessoal e profissional.

Nascido em Brasília Teimosa, bairro popular de Recife (PE), o pernambucano teve uma infância regrada. Fez o ensino fundamental na rede pública e, nas férias, ajudava o pai a vender frutas na rua. “Meu futuro sempre foi incerto. A única certeza que eu tinha era a vontade de melhorar de vida”, afirma.

Com o apoio da mãe, que dizia que “pobre só vai para frente com estudo”, em 2011, o adolescente dividiu-se entre o ensino médio e o curso técnico de Eletromecânica do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI).

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De 2011 a 2015, a Fiat Chrysler Automobiles de Goiana (PE), em parceria com o SENAI e governo de Pernambuco, capacitou 8 mil trabalhadores da região. Guilherme da Silva, 22 anos, formou-se em técnico em Eletromecânica e em Automação Industrial e conquistou, na fábrica, seu primeiro emprego formal.


 

 

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