Por que investir no exterior?

Para as empresas brasileiras que competem globalmente, o investimento no exterior é um imperativo ditado pela concorrência internacional. As empresas se internacionalizam com o objetivo de manter ou ampliar o acesso a mercados externos ou para acessar tecnologias e conhecimentos.

O FET atua contra a crença de que os investimentos de empresas brasileiras no exterior geram perda de empregos ou redução de investimentos e exportações a partir do Brasil.

 

 

 

 

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O Relatório da CNI sobre Investimentos Brasileiros no Exterior de 2014 comprovou que investir no exterior não gera redução de exportações.  Os dados confirmam que as exportações das transnacionais cresceram de forma mais significativa que as exportações industriais gerais do Brasil. 

 

 

 

As multinacionais extrangeiras afirmam que não realizar investimentos no exterior pode acarretar perda de posição frente aos competidores, com impacto negativo no emprego e na competitividade na economia brasileira.

 

 

 

 

 

 

Além das exportações, os investimentos produtivos no exterior trazem benefícios para a economia do país como um todo, não só para as empresas. Eles impulsionam a produtividade e inovação, com a incorporação de tecnologia e de melhore práticas de gestão, elevam a contratação de mão de obra qualificada e aumentam a produção e os investimentos no Brasil. 

 

A CNI, por meio do Fórum das Empresas Transnacionais - FET, defende a implementação de um conjunto coerente de políticas que apoiem o movimento de internacionalização das empresas brasileiras e as permitam competir em igualdade de condições com concorrentes internacionais. 

Os principais pontos da agenda são:

  1. Reformular o modelo brasileiro de tributação de lucros no exterior;
  2. Ampliar a rede de Acordos para Evitar a Dupla Tributação – ADT e aprimorar os ADTs existentes;
  3. Celebrar novos acordos de proteção de investimentos;
  4. Aprimorar linhas de financiamento para os investimentos no exterior;
  5. Intensifcar o apoio diplomático aos investidores brasileiros no país de destino dos investimentos;
  6. Reformular a Lei de Expatriação de mão de obra;
  7. Assinar novos acordos previdenciários.

 

 

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