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TABELAMENTO DO FRETE RODOVIÁRIO É UM RETROCESSO PARA O BRASIL

 

A criação da tabela de preços do frete rodoviário foi apenas um paliativo do governo para colocar um ponto final à paralisação dos caminhoneiros em maio do ano passado. Porém, a medida governamental tem causado prejuízos para toda economia, resultando em menos renda, menos emprego e mais inflação.

Entenda o porquê.

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PREJUÍZO PARA O CONSUMIDOR

● Aumento generalizado de preços, porque o custo do transporte impacta fortemente todos os setores produtivos e gera inflação. 
● Diminuição da oferta de empregos, porque empresários, diante da insegurança jurídica que a tabela gerou, investem menos recursos em seus negócios.  
● Redução de verba para os serviços públicos, porque quando o país não cresce economicamente, isso afeta diretamente a arrecadação de impostos pelo Estado.

 

TIRO NO PÉ DOS CAMINHONEIROS

● Redução da demanda, porque os produtores já buscam alternativas para diminuir o impacto nos custos, como financiamentos para comprarem a própria frota de caminhões.
● Perda de eficiência, porque o setor terá menos incentivos concorrenciais para investir em melhorias na qualidade dos serviços.
● Aumento da informalidade, porque a rigidez legislativa descompassada com a realidade do mercado levará a contratos a margem da lei. 

 

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CARTELIZAÇÃO INSTITUCIONALIZADA

● Violação à ordem econômica nacional, porque fere a livre iniciativa e a concorrência, desrespeitando, inclusive, a Constituição Federal do Brasil.
● Aumento da incerteza para programar negócios, que resultará em menos investimento privado, menos desenvolvimento para o País.
● Retrocesso econômico, porque as distorções provocadas pela tabela do frete no mercado reduzem a capacidade de crescimento do país.

 

 

Retrospectiva

 

Acompanhe os fatos e as consequências do tabelamento do frete rodoviário ao longo do tempo.

 

 



 

 

 

 

Quando o custo do frete é tabelado, o Brasil se torna
menos produtivo

 

 

 

 

A expansão econômica brasileira em 2018 foi diretamente comprometida pelo tabelamento do frete rodoviário. O país deixou de produzir e de gerar empregos.

Estudo da CNI calculou o impacto da tabela do frete na economia. Os resultados são relevantes e ajudam a justificar o fim do tabelamento.

•    O Produto Interno Bruto (PIB) foi reduzido em R$ 7,2 bilhões (0,11%).
•    Ao todo,
203 mil postos de trabalho deixaram de ser criados.
•    Sem a tabela, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) teria sido de 3,41%, e não de 3,75%. Ou seja, de 0,34 ponto inferior ao registrado.

 

A estimativa da CNI, no estudo Impactos Econômicos da Tabela de Preços Mínimos do Frete, é conservadora e não leva em conta o impacto econômico da própria greve, que trouxe graves desarranjos à economia, com choque de oferta e desabastecimento de produtos às indústrias e ao consumidor. Também não considera a verticalização de frotas por empresas nem mesmo o impacto causado pelo custo com administração e fiscalização derivado do tabelamento ou o impacto da insegurança jurídica resultante das incertezas que se seguiram.

 

 

 

 

 

 

 

Beneficiário da Tabela do Frete não é o caminhoneiro

Economistas da Universidade Federal do Rio Grande concluíram que o tabelamento do frete rodoviário só beneficiou significativamente os donos de frota de caminhões.

Em outras palavras, são os empregadores de caminhoneiros que tiveram aumento de ganhos estimados em até 28,26% dos seus rendimentos médios já no primeiro mês da implementação efetiva da tabela do frete pela ANTT.

No caso dos caminhoneiros autônomos o efeito foi inverso, eles sentiram uma redução de aproximadamente 20% em seus rendimentos após da medida. Os caminhoneiros assalariados não foram afetados.

A análise dos impactos das medidas tomadas após a paralisação dos caminhoneiros nos rendimentos de motoristas e donos de caminhões no Brasil afirma ainda que, possivelmente, o movimento vitorioso com a tabela do frete foi um locaute empresarial, com objetivo de obtenção de renda e privilégios.
 

 

 


 

 

Empresários tentam alternativas diante do tabelamento

Entre os dias 31 de julho e 13 agosto de 2018, a CNI ouviu 688 empresas para perceber como o setor industrial estava respondendo ao impacto da tabela de frete rodoviário no preço do transporte de cargas. A consulta mostrou que nove em cada 10 empresas sentiram o aumento do preço do frete tanto nos insumos e matérias-primas utilizadas na produção quanto no preço final dos produtos industrializados.

O mais interessante é que 60,5% das empresas afirmaram ter a pretensão de adotar uma ou mais alternativas para escapar do aumento do frete. As principais medidas apontadas foram:

37,3% - avaliam transferir a responsabilidade do transporte para o consumidor final da mercadoria.
27,4% - avaliam adquirir ou expandir a frota de caminhões, alugada ou própria.
21,6% - avaliam migrar parte ou todo o transporte do autônomo para empresas de transporte.
17,5% - avaliam suspender ou reduzir vendas para determinadas rotas (ou localidades ou regiões).

 

 

 

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