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Papel, celulose e madeira

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O mercado de papel e celulose está em constante crescimento. O patamar consumido em 2011 de aproximadamente 400 MM Ton deve se elevar para mais de 500 MM Ton em 2025, o que representa crescimento anual de 1,6%. Dividindo-se o mercado, a categoria de papéis gráficos devem recuar em países desenvolvidos e crescer em países em desenvolvimento, especialmente em função da popularização da informática e digitalização de documentos. Porém, papéis para higiene ou materiais de embalagens avançarão em todas as regiões do mundo.
 

Gráfico - Perspectiva do consumo mundial de papel (Milhões de toneladas)


Entendendo este potencial, o país já se posiciona como potencial exportador de Madeira, Papel e Celulose, faturando anualmente aproximadamente R$ 57MM e possuindo área plantada de mais de 7,6 MM de hectares, proporcional à duas vezes a área total do estado do Rio de Janeiro. Toda indústria de Papel, Celulose e Madeira emprega mais de 4,5MM de pessoas.

A madeira bruta é consumida essencialmente pela indústria da construção civil (que manteve o crescimento mesmo que baixo nos últimos anos) e pelas siderúrgicas que alimentam os alto-fornos. Tendo um mercado consumidor com as mesmas naturezas, o maior destino das exportações Brasileiras é a China.

Setor bastante promissor no Brasil é a atividade de reciclagem. O país recicla aproximadamente 13%  dos resíduos gerados (incluindo papéis e papelões), superior ao patamar da América Latina em geral. Países desenvolvidos apresentam este indicador em 40%, nível que deve ser atingido em no máximo 20 anos. Vários estados apresentam políticas de incentivos à instalação de indústrias deste meio.

Em resumo, é um mercado que tem crescimento projetado para os próximos anos e o Brasil detém espaço físico, pessoal qualificado e clima adequado para o cultivo de uma infinidade de variedade de árvores. As principais oportunidades localizam-se na região Norte (abundância de espaço físico) e Centro Oeste (relação espaço físico x proximidades com grandes centros).
 

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