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Indústria moveleira

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No mundo, o comportamento da indústria moveleira e de colchões está muito atrelado aos movimentos da economia dos países como um todo. Porém, no Brasil, as tendências são diferentes. No cenário geral, o mercado consumidor é composto essencialmente das classes A, B e C. No país, as classes D e E tornaram-se relevantes.

Projeta-se crescimento de 3 a 5% em 2015 , conduzido especialmente pelas regiões Nordeste e Norte. Isto se deve ao fato que, no passado, em períodos de economia aquecida, os setores mais ricos da população eram os grandes compradores, exigindo qualidade e nível de inovação diferenciados, e ao longo da última década, com a implantação de programas sociais e redução da desigualdade social, as classes D e E entraram no mercado (a maior parte da população nacional nestas classes concentra-se nas regiões citadas). Isto forçou a adaptação da indústria, tendendo para a redução de custos. Portanto, mesmo neste período de recuperação econômica, a indústria de móveis encontra-se em expansão.

O crescimento do setor é refletido pela alteração do número de funcionários, aumentando em média 6%a.a. e tendo como principal subsetor o produtor de Móveis de Madeira.

 

Gráficos -  Crescimento do setor de móveis

 

Em termos de faturamento, móveis e colchões movimentam R$ 43 Bilhões ao ano (dado de 2013), Representando crescimento de 13%a.a. nos últimos 6 anos. Os subsetores de móveis contribuem com 85% desta receita.

A maior parte da produção (~60%) se concentra nos 11 polos regionais, que representam 30% das empresas. Eles localizam-se em: Rio Grande do Sul (2 polos e aproximadamente 20% da produção nacional), Santa Catarina (1), Paraná (2), São Paulo (2), Minas Gerais (2), Rio de Janeiro (1) e Espírito Santo (1).

 

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