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Amazonas

O Amazonas possuiu uma economia de destaque no País, especialmente na região Norte, onde seu PIB de R$ 83 milhões representa 26% do total da região, segundo dados de 2013 do IBGE. Com uma projeção de 3,93 milhões de habitantes em 2015 (estimativa do IBGE em 1º de julho de 2015), Manaus destaca-se como a segunda cidade mais populosa da Região Norte. A área total da capital é de 11.401km², sendo a segunda maior capital estadual no Brasil em área territorial. A sua densidade demográfica média é de 2,2 Hab/km². Localizado na Região Norte do Brasil, o Estado do Amazonas está inserido na parte ocidental da Amazônia Brasileira onde faz fronteira com a Venezuela, Colômbia e Peru e dentro do território Brasileiro com os Estados de Roraima, Pará, Rondônia e Acre, estando assim em posição estratégica. Sua capital Manaus está no coração da Amazônia Continental que engloba, além dos países já citados, Bolívia, Guiana Francesa, Guiana Inglesa e Suriname. Sua presença na região norte do Brasil ainda confere ao Estado acesso facilitado às Américas Central e do Norte, seja via aérea ou hidroviária. A distância aérea entre a capital Manaus e alguns mercados importantes: - 02 horas e 30 minutos de Brasília; - 05 horas de Miami; - 08 horas de Lisboa; - 03 horas e 30 minutos de São Paulo; - 03 horas e 40 minutos do Panamá; - 02 horas e 25 minutos de Caracas; - 08 horas e 30 minutos de Buenos Aires

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O PIB do Amazonas é o 2° maior da região Norte, totalizando aproximadamente R$ 83 milhões, ou 1,5% do país em 2013. Apenas 6% das receitas vem da indústria. A maior parte é proveniente de serviços (~50%) e agropecuária (~44%).  Amazonas é o maior estado Brasileiro em área, com dimensões equivalentes a 3 vezes a Espanha.

A capital é Manaus com aproximadamente 2 milhões de habitantes, sendo assim a 7ª cidade mais populosa do Brasil. Ela abriga a Zona Franca de Manaus, que foi idealizada em 1957. A região foi estabelecida para criar um polo industrial, comercial e agropecuário que, além do desenvolvimento econômico, tinha uma implicação clara de povoar a região e aumentar a segurança em locais ainda remotos. A política industrial foi concebida para estimular a substituição das importações através do desenvolvimento local.

As principais razões que justificam os investimentos em Amazonas são:

  • Diversos incentivos fiscais, incluindo redução significativa de Impostos de Importação, Imposto de Renda e Impostos de Exportação;
  • Vinculação de forte apelo ambiental às empresas alocadas na região. A região é conhecida por diversos programas de preservação;
  • Aprovado o projeto de lei que visa estender os incentivos fiscais na Zona Franca de Manaus até 2073 (atualmente é até 2023);
  • Mão de obra qualificada, com relatos de multinacionais revelando produtividade superior às matrizes;
  • Localização privilegiada para escoamento de produção em função da presença de um aeroporto internacional e porto fluvial favorecendo o acesso à Europa, Estados Unidos e América Latina.

 

DESCUBRA O AMAZONAS
Para apoiar e dar suporte aos investidores estrangeiros, o Centro Internacional de Negócios (CIN) disponibiliza aos empresários informações, serviços de consultoria, organização de feiras, eventos e missões internacionais. O CIN-FIEAM faz parte de uma rede liderada pela Confederação da Indústria (CNI) e interligada com dezenas de instituições internacionais de promoção de negócios e investimentos.

Confira, no menu à esquerda, diversas vantagens de investir no Amazonas e entre em contato com a nossa equipe no estado.

Alimentícios: Decorrente da vasta extensão territorial, há abundância de áreas de cultivo para diferentes tipos de produtos. Com isso, o Amazonas destaca-se como produto singular de várias matérias primas que possuem grande potencial de industrialização. Entre elas estão: Açaí, Cacau, Cupuaçu, Dendê, Guaraná, Palmitos, etc.

Artigos de Borracha e Plástico: A demanda por artigos de borracha e plástico na região é alta especialmente em função da Zona Franca de Manaus e as diversas empresas que precisam destes produtos na sua cadeia de fornecedores. Além disso, existem frentes de pesquisa no setor em instituições locais, entre elas a Universidade do Estado de Amazonas que é pioneira nos estudos de polímeros biodegradáveis.

Biotecnologia: Aproveitando-se da rica biodiversidade da região, agregada ao sentimento de proteção ao potencial biotecnológico do país, é um setor em evidência. A situação privilegiada de obtenção de recursos tem atraído diversas companhias nacionais e internacionais. Estima-se que há, pelo menos, 5000 princípios ativos utilizados pela indústria farmacêutica proveniente da região.

A fim de estimular o setor, fundou-se o Centro de Biotecnologia da Amazônia, instituição voltada à pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias vinculadas à fauna e flora do estado.

Motocicletas: Maior polo produtor de motocicletas da América Latina e mais elevado índice de adensamento de cadeia produtiva da Zona Franca, com números recordes de nacionalização de insumos. Atualmente conta com 70 empresas, entre fabricantes de bens finais, partes e peças;

Perfumaria, Higiene e Limpeza: A Amazônia apresenta grande potencial para os perfumes e cosméticos à base de produtos naturais. A rica biodiversidade ainda pouco explorada gera muitas possibilidades de inovação e diferenciação dos produtos frente qualquer outra região do mundo.

Eletroeletrônicos e Informática: Maior centro de fabricação de produtos eletroeletrônicos da América do Sul. Todos os televisores e aparelhos de áudio fabricados no Brasil vêm de Manaus. Além disso, 35% dos aparelhos celulares utilizados no país são fabricados na Zona Franca. Tudo isso é decorrente das reduções fiscais aplicadas aos insumos do setor.

Atualmente, os principais incentivos do estado correspondem à Zona Franca de Manaus e resumem-se da seguinte maneira:

  • Imposto de Importação (II) – Redução de 88% sobre insumos destinados à industrialização ou proporcional ao valor agregado nacional quando se tratar de bens de informática;
  • Imposto sobre produtos industrializados (IPI) – Isento
  • Programa de integração social (PIS) e Financiamento da seguridade nacional (COFINS) – Alíquota zero nas entradas e nas vendas internas entre indústrias e de 3,65% nas vendas de produtos acabados para o resto do país.
  • Imposto de renda (IR) - Redução de 75% do Imposto sobre a Renda e Adicionais Não Restituíveis, exclusivamente para reinvestimentos. Comum em toda Amazônia Legal.


Ressalta-se que os itens acima apresentam exceções ou são restritos a determinados setores da indústria. Portanto, para maior detalhamento, entre em contato com a equipe da Rede CIN.

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