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Acre

O modelo de desenvolvimento do Governo do Acre, sustentado numa economia verde foi decisivo para o estabelecimento de cenários macroeconômicos e logística favoráveis à atração de investimentos privados, à implantação de pólos e empreendimentos industriais e ao aumento da oferta de produtos regionais, como peixe, leite, milho, fruticultura e outros.

As transformações e os avanços ocorridos no Acre na última década são extraordinários para um pequeno estado amazônico (4% da Amazônia). Entre os resultados conquistados, estão

  • manter um dos maiores índices de investimentos do Brasil
  • aliar crescimento econômico com conservação ambiental e inclusão social
  • avaliação positiva em áreas crônicas do país, como saúde e educação


Atualmente existem vários investimentos na região, que tiveram e ainda terão impacto bastante significativos no Estado do Acre, dentre eles destacam-se:
a) Construção de ponte sobre o Rio Madeira com investimentos na ordem de R$ 80 milhões em recursos programados e tem como abrangência os Estados do Acre e Rondônia;
b) Conclusão da Estrada Interoceânica que ligará o Acre aos portos de Illo, Matarani e San Juan no Peru, investimentos de US$ 700 milhões;
c) Conclusão do Complexo Hidrelétrico no Rio Medeira (AHE Santo Antônio e AHE Jirau), que teve investimentos na ordem de US$ 4,5 bilhões e a abrangência é dos Estados do Acre, Rondônia, Amazonas e Mato Grosso;
d) Pavimentação e Recuperação da BR 319 (Manaus - Porto Velho) com investimento estimado de R$ 400 milhões e a abrangência é a Região Norte do Estado de Rondônia e Estado do Amazonas e por último;
e) Corredor Turístico (Rio Branco - Cuzco) com investimento inicial na ordem de R$ 3 milhões e a área de abrangência são as Regiões fronteiriças do Acre e Peru.

Uma das maiores apostas do Governo do Estado do Acre é a implantação da Zona de Processamento de Exportação - ZPE que atualmente já está concluída e alfandegada, esperando apenas que investidores e suas empresas venham nela a se instalar.


História

Em decorrência do processo de pecuarização implementado a partir da década de 1970, os massacres indígenas nas chamadas “correrias” do primeiro fluxo de reocupação foram substituídas e nesse segundo momento deram lugar aos conflitos entre grileiros e posseiros na disputa pela posse da terra gerando os “empates” dos extrativistas. Os empates resultaram de uma aliança entre os “povos da floresta” (indígenas e seringueiros) para se contrapor ao poder do Latifúndio. Dessa experiência de resistência surgiu a proposta de Reservas Extrativistas.
        
A contribuição da teologia da libertação, e de diversos outros setores progressistas nos anos 70, acumulou um capital político e social que permitiu o redirecionamento da economia e da política acreana a partir da década de 90, com a ascensão e o protagonismo de novos atores políticos identificados com os ideais de Chico Mendes. Assim passou a ser implementado no Acre uma nova perspectiva de desenvolvimento. Projeto esse que vem avançando a passos largos. O estado foi reorganizado e preparado para cumprir um novo papel no desenvolvimento da economia regional. Nessa fase atual o estado tem protagonizado o processo de consolidação das bases do desenvolvimento estratégico de uma economia moderna e com um profundo sentimento de responsabilidade socioambiental.

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Para apoiar e dar suporte aos investidores estrangeiros, o Centro Internacional de Negócios (CIN) disponibiliza aos empresários informações, serviços de consultoria, organização de feiras, eventos e missões internacionais. O CIN-FIEAC faz parte de uma rede liderada pela Confederação da Indústria (CNI) e interligada com dezenas de instituições internacionais de promoção de negócios e investimentos.

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Em contexto geral, a indústria no Acre possui muito espaço para crescimento, especialmente porque boa parte dos produtos são importados de outros estados ou países, tornando os custos dos mesmos elevados.

Eletroeletrônicos e Informática: O estado baseia neste setor um dos pilares para o desenvolvimento industrial. A estrutura tecnológica em todos os ramos é atrasada, possuindo muito espaço para crescimento. O aumento da produção de quase todos os setores está atrelado a evolução dos equipamentos que a viabilizam.

Alimentos e Bebidas: A rede de produção de alimentos e bebidas ainda encontra-se em fase inicial. Isto abre diversas possibilidades para instalação de indústrias pois diversos incentivos são concedidos à importação destes produtos para manter o setor de serviços em funcionamento.

Artigos do vestuário e acessórios: A posição geográfica do estado dificulta a importação de produtos. A indústria têxtil é composta de pequenas empresas e muito pulverizadas, mas isso garante a existência de uma cadeia primária de fornecedores. Todos esses fatores contribuem para a profissionalização e desenvolvimento do setor



Produtos Farmacêuticos: O estado apresenta grande potencial para o desenvolvimento de novos medicamentos em função da vasta biodiversidade presente. Alinhado com os planos de desenvolver a indústria, o governo do estado assumiu o compromisso de manter a preservação da Floresta Amazônica, hoje em 88%, uma das maiores taxas do Brasil.

Construção: O estado demanda uma série de obras de infraestrutura, por isso, o setor de Construção Civil apresenta demanda sazonal. A sazonalidade é dada em função do verão chuvoso, que dificulta as operações. No período de inverno, o mercado é super aquecido.

Refino de Petróleo e Coque: O Acre apresenta uma região com potencial de extração de Petróleo, a Bacia Sedimentar Do Acre. Estudos da Agência Nacional do Petróleo (ANP) já mapeiam a região para determinar a capacidade de produção prevista.

O Estado do Acre atualmente fornece como principal incentivo às indústrias que possuem interesse em se instalar no Estado o "Programa de Incentivo às Atividades Industriais - COPIAI", cerca de 120 empresas tiveram nos últimos 4 anos processos aprovados para se instalarem nos 2 distritos industriais instalados em Rio Branco, capital do Estado do Acre, dentre essas destacam-se:

  • 31 empresas de fabricação de produtos alimentícios;
  • 7 de fabricação de bebidas;
  • 19 de fabricação de produtos de madeira (madeiras serradas);
  • 8 de fabricação de produtos de borracha e de material plástico;
  • 14 de fabricação de produtos de minerais não-metálicos (produtos de concreto, cimento, cerâmico);
  • 22 de fabricação de móveis (com predominância de madeira e colchões);
  • 5 de fabricação de produtos químicos (sabões, detergentes, cosméticos, tintas).