Área Internacional da CNI

O Índice de Mercados Estratégicos (IME) é o indicador anual que embasa, de maneira técnica, o foco das ações da CNI nos mercados mais relevantes para a indústria brasileira.

Como resultado, o IME estabelece os principais mercados para a atuação da CNI:

 


Mercados prioritários
 

São os mercados da 1ª a 10ª posições no IME, com os quais a indústria já tem relacionamento comercial e de investimentos significativo. Para esses mercados, são apresentadas as ações prioritárias para 2020.

1. Estados Unidos

2. China

3. Alemanha

4. Argentina

5. Reino Unido

6. Japão

7. Índia

8. México

9. França

10. Coreia do Sul


Mercados potenciais
 

São os mercados da 11ª a 20ª posições no IME, com os quais a indústria tem potencial relevante para expandir o relacionamento comercial e de investimentos.

11. Espanha

12. Canadá

13. Singapura

14. Bélgica

15. Rússia

16. Itália

17. Vietnã

18. Áustria

19. Austrália

20. Chile

Prioridades para 2020

Estados Unidos

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Defender o lançamento de negociações para um Acordo de Livre Comércio (ALC) Mercosul-Estados Unidos, de um Acordo para Evitar Dupla Tributação (ADT) Brasil-Estados Unidos e a ampliação das liberdades do Acordo de Serviços Aéreos (ASA); defender a conclusão do Acordo de Reconhecimento Mútuo (ARM) de Operador Econômico Autorizado (OEA); monitorar e influenciar a implementação do Global Entry; defender a retirada do Brasil da lista de atenção do relatório anual sobre propriedade intelectual (Special 301); monitorar e defender a aprovação do PL nº 2.963/2019 sobre compras de terras por estrangeiros; e defender a remoção de barreiras às exportações brasileiras e o aprofundamento da cooperação regulatória.

Saiba mais na página do Conselho Empresarial Brasil-Estados Unidos (Cebeu).

Alemanha

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Defender o lançamento de negociações para um Acordo para Evitar Dupla Tributação (ADT), a revisão do Acordo Previdenciário, a ampliação de liberdades do Acordo de Serviços Aéreos (ASA) e a negociação de um Acordo de Reconhecimento Mútuo (ARM) de Operador Econômico Autorizado (OEA) Brasil-União Europeia; monitorar o apoio alemão para a internalização do Acordo de Livre Comércio Mercosul-União Europeia; e defender a conclusão do Acordo de Serviços Aéreos Brasil-União Europeia.

Reino Unido

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Defender o lançamento de negociações para um Acordo de Livre Comércio (ALC) Mercosul-Reino Unido, um Acordo para Evitar Dupla Tributação (ADT), um Acordo Previdenciário e a ampliação de liberdades do Acordo de Serviços Aéreos (ASA).

Índia

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Monitorar a internalização do Acordo Previdenciário e do Acordos de Cooperação e Facilitação de Investimentos (ACFI), defender a revisão do Acordo para Evitar Dupla Tributação (ADT), a remoção de barreiras às exportações brasileiras e a isenção de vistos de negócios para brasileiros.

Saiba mais na página do Conselho Empresarial do BRICS (Cebrics).

França

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Defender a revisão do Acordo para Evitar Dupla Tributação (ADT), a conclusão do Acordo de Serviços Aéreos (ASA) Brasil-União Europeia e a negociação de um Acordo de Reconhecimento Mútuo (ARM) de Operador Econômico Autorizado (OEA) Brasil-União Europeia; e monitorar o apoio francês para a internalização do Acordo de Livre Comércio (ALC) Mercosul-União Europeia.

China

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Defender o lançamento de negociações para um Acordo de Cooperação e Facilitação de Investimentos (ACFI), a revisão do Acordo para Evitar Dupla Tributação (ADT), a ampliação de liberdades do Acordo de Serviços Aéreos (ASA), a remoção de barreiras às exportações brasileiras e a isenção de vistos de negócios para brasileiros; e estabelecer mecanismo empresarial bilateral.

Saiba mais na página do Conselho Empresarial do BRICS (Cebrics).

Argentina

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Defender a denúncia do acordo de reserva de carga, o aprofundamento da cooperação regulatória e a remoção de barreiras às exportações brasileiras.

Saiba mais na página do Conselho Empresarial Brasil-Argentina (Cembrar).

Japão

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Defender o lançamento de negociações para um Acordo de Livre Comércio (ALC) Mercosul-Japão e um Acordo de Reconhecimento Mútuo (ARM) de Operador Econômico Autorizado (OEA), a conclusão do Acordo de Serviços Aéreos (ASA), a isenção de vistos de curta duração para turismo e negócios para brasileiros em viagem ao Japão e a remoção de barreiras às exportações brasileiras.

Saiba mais na página do Conselho Empresarial Brasil-Japão (Cebraj).

México

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Defender a conclusão de um Acordo de Livre Comércio (ALC) ou de um acordo parcial, o mais amplo possível na cobertura de bens; e defender a negociação de um Acordo Previdenciário, a assinatura do Acordo de Reconhecimento Mútuo (ARM) de Operador Econômico Autorizado (OEA), a revisão do Acordo para Evitar Dupla Tributação (ADT) e a remoção de barreiras às exportações brasileiras.

 

Saiba mais na página do Conselho Empresarial Brasil-México (Cebramex).

Coreia do Sul

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Monitorar e influenciar as negociações com a Coreia do Sul; e defender o lançamento de negociações para um Acordo de Cooperação e Facilitação de Investimentos (ACFI), e a ampliação de liberdades do Acordo de Serviços Aéreos (ASA).

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