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1 de Agosto de 2012 às 12:26

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FAPERN apresenta editais 2012/2013

Pesquisadores do estado se reuniram, na manhã desta terça-feira (31/07), no 1º Seminário de Acompanhamento das Ações de Ciência, Tecnologia e Inovação do Governo do RN, realizado pela Fundação de Apoio à Pesquisa (FAPERN), no auditório da Secretaria de Estado da Educação e da Cultura (SEEC).
 
O evento reuniu a governadora Rosalba Ciarlini, a presidente da FAERN Bernadete Cordeiro, a secretária de educação e cultura Betânia Ramalho, diretor da FIERN Heyder Dantas, superintendente do SEBRAE José Ferreira Melo, além de representantes da UFRN, IFRN, UERN, AGN, IDEMA, Banco do Brasil e do projeto Metrópole Digital.
 
A presidente da FAPERN apresentou um balanço das ações e financeiro da entidade, os editais para o biênio 2012/2013 e o planejamento até 2015. “Estamos buscando alavancar a pesquisa no estado. Há preocupações por parte do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação que os recursos alocados não estejam mais disponíveis no próximo ano. Nossa expectativa (FAPERN) é que tenhamos um orçamento 300 vezes maior até 2015, visto que possuímos no estado uma rede capilarizada de desenvolvimento da pesquisa”, disse Bernadete Cordeiro.
 
Para a indústria ênfase no edital do Programa PAPPE Integração Inova-RN, uma parceria entre a FAPERN e a FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos), que será lançado em novembro deste ano, que visa selecionar propostas empresariais para subvenção econômica à pesquisa e desenvolvimento de processos e/ou produtos inovadores no Estado.
 
O edital é voltado para o agronegócio, têxtil, confecção, alimentos, insumos e novas técnicas para saúde, aproveitamento de resíduos, reciclagem, controle de poluentes, biocombustíveis, energias alternativas, nanotecnologia, neurociência, biotecnologia, mineração, petróleo e gás, turismo, tecnologia da informação e comunicação.  
 
Dentro dos fundamentos da Política de Ciência e Tecnologia do Governo do RN está a consolidação do Sistema Estadual de Ciência e Tecnologia; o fomento das parcerias entre as empresas e o setor de pesquisa científica para gerar inovação tecnológica; priorizar áreas estratégicas como eólica, mineração, tecnologia da informação, apicultura, saúde e educação e a difusão da ciência e tecnologia no ensino aprendizagem das escolas e na sociedade.
 
Bernadete destacou a ainda a importância das empresas para o desenvolvimento cientifico. Um dos exemplou foi a ISO-BLOCK Engenharia e Tecnologia que recebeu o prêmio Nacional de Inovação concedido pela Confederação Nacional das Indústrias (CNI) em 2011. “A ISO-BLOCK produziu um tijolo ecológico que reduz o custo da obra para construção de casas populares. E por isto recebeu prêmio”, salientou.
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